Semente Planaltina

Este blog é destinado aos educandos do Curso Superior de Tecnologia em Agroecologia do IFB,
para a divulgação dos conteúdos das aulas; trabalhos, textos e ações desenvolvidas nas
atividades de ensino, pesquisa e extensão. Também serão publicados textos relacionados
à sustentabilidade planetária.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Um prêmio à pioneira da agroecologia


A agrônoma Ana Primavesi luta há 65 anos pela vida dos solos; em setembro, receberá o principal prêmio mundial da agricultura orgânica

22 de julho de 2012 

TÂNIA RABELLO , ESPECIAL PARA O ESTADO - O Estado de S.Paulo
A modéstia permeia as declarações da engenheira agrônoma Ana Primavesi quando ela se refere ao One World Award - o principal prêmio da agricultura orgânica mundial, conferido pela International Federation of Organic Agriculture Movements (Ifoam). Neste ano, foi ela a escolhida para receber a homenagem, na Alemanha.
"Eles distribuem o prêmio entre os vários continentes. Agora, foi a vez da América do Sul", comenta uma das precursoras do movimento orgânico no Brasil. "Estão me premiando por toda parte... Não sei para que isso", acrescenta, quase encabulada.

E ouve, em seguida, que a homenagem que receberá no dia 14 de setembro, com a participação de mais de mil pessoas, entre elas a vencedora do prêmio Nobel Alternativo da Paz, a indiana Vandana Shiva, é mais do que merecida, pelo trabalho que vem fazendo, há 65 anos, pela agricultura ecológica, auxiliando lavradores a tornarem suas terras produtivas e limpas, em harmonia com o ambiente, eliminando o uso de agrotóxicos e adubos químicos.

"Pois é... Pelo jeito...", sorri Ana Primavesi, que arremata: "Dizem que eu inventei a agricultura orgânica. Conscientemente, não. A gente sempre trabalhou dessa forma".

Impactos positivos. Instituído em 2008, o One World Award é conferido a cada dois anos a ativistas da agricultura orgânica no mundo. São pessoas cujo trabalho impacte positivamente a vida dos produtores rurais.
Em 2008, quem ganhou o prêmio foi o veterinário e professor alemão Engelhard Boehncke, por suas práticas e estudos em relação à criação orgânica de animais. Há dois anos, foi a vez do indiano pioneiro em agricultura orgânica Bhaskar Salvar, que, logo no início da década de 1950, contrapôs-se à Revolução Verde - que inaugurou o uso de adubos sintéticos e agrotóxicos nas lavouras -, ensinando agroecologia aos produtores, com o uso de fertilizantes orgânicos, a manutenção da vida no solo e o fortalecimento das plantas por meio de um ambiente equilibrado.

Neste ano, Ana Primavesi será a agraciada. Aos 92 anos, austríaca naturalizada brasileira, formada pela Universidade Rural de Viena, é Ph.D. em Ciências Agronômicas e especializada em vida dos solos. Publicou vários artigos científicos e livros sobre o assunto, mas um deles, Manejo Ecológico do Solo (Editora Nobel, 552 páginas, reeditado mais de 20 vezes), é uma das bíblias da produção orgânica e leitura obrigatória nas faculdades de Agronomia do País.

A obra é citada no livro Plantas Doentes pelo Uso de Agrotóxicos, de Francis Chaboussou, no qual prova que pragas e doenças não atacam plantas cujos sistemas estejam equilibrados. E que são os adubos químicos e os agrotóxicos que atraem os parasitas, gerando um ciclo de dependência, com nefastas consequências para o planeta.

Preservação. Desde 1947, quando iniciou sua vida profissional, e por meio de aulas na Universidade Federal de Santa Maria (RS), Ana Primavesi vem batendo na tecla da preservação da vida no solo. Em aulas, palestras, conferências, debates, assistências técnicas diretas aos produtores rurais e a suas associações, a engenheira agrônoma repete frases que se tornaram mantras.

E quem as coloca em prática vê os resultados na produção, na preservação e na saúde de quem planta e de quem consome os alimentos agroecológicos: "O segredo da vida é o solo, porque do solo dependem as plantas, a água, o clima e nossa vida. Tudo está interligado. Não existe ser humano sadio se o solo não for sadio e as plantas, nutridas."

Observação. Tanto que a primeira coisa que ensina aos agricultores que a procuram é olhar para a terra. "Se o solo tem uma boa estrutura, o agricultor tem grande chance de modificá-lo e convertê-lo para a agricultura orgânica", diz. "Terra com boa estrutura forma grumos, que nada mais são que o entrelaçamento de microrganismos que conferem vida ao solo e saúde às plantas, além de permitirem a infiltração da água. Em solos compactados e sem vida, água vira enxurrada e provoca erosão."

Ana Primavesi lembra que uma planta precisa de no mínimo 45 nutrientes para se desenvolver e produzir de forma saudável. "A agricultura convencional dá, no máximo, 15 desses nutrientes para as plantas. E nem sempre esses 15 nutrientes são integralmente ministrados às lavouras convencionais", diz.
O resultado são plantas deficientes nutricionalmente e frágeis aos ataques de pragas e doenças, dependentes, portanto, do uso de agrotóxicos.

É justamente a maneira de devolver esses nutrientes ao solo que Ana Primavesi ensina aos agricultores. Ela lembra de agricultores na cidade de Diamantina, em Minas Gerais, que há cerca de 15 anos a procuraram porque já não conseguiam produzir com o pacote convencional.

"Eles estavam a desanimados, quase falindo, porque a cada ano a terra respondia menos às adubações", conta. "Começamos a melhorar o solo e a qualidade dos nutrientes, passando a aplicar adubações orgânicas", continua. "Demorou uns quatro a cinco anos, mas agora eles produzem com fartura. Há uns anos voltei lá e vi como estavam felizes com a produção orgânica", conta Ana, ressaltando que a recompensa sempre vem. "O problema é que ela não é rápida, e muitos desistem."


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"Todo mundo pensando em deixar um planeta melhor para nossos filhos, quando é que vão pensar em deixar filhos melhores para o nosso planeta". Herbert Viana

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Enc: [novaterbrasil] Verba para conservação de biomas

Igor A. A. Oliveira

From: André Brunckhorst <pepalanthus@gmail.com>
Sender: novaterbrasil@yahoogrupos.com.br
Date: Fri, 20 Jul 2012 11:07:09 -0300
To: cirocorrea<cirocorrea@terra.com.br>
ReplyTo: novaterbrasil@yahoogrupos.com.br
Subject: [novaterbrasil] Verba para conservação de biomas

 

Quinta, 19 Julho 2012 17:36

Verba para conservação de biomas

Luciene de Assis

O Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) lançará, em setembro, edital destinado a selecionar projetos que proponham atividades voltadas para Unidades de Conservação (UCs), manejo de paisagens e de espécies nativas, para capacitação e que beneficiem as comunidades locais. O Funbio dispõe de R$ 7,5 milhões para investir nos projetos que atenderem às exigências desse edital. Haverá, também, nova abertura para a seleção de propostas destinadas às redes dos biomas mata atlântica e caatinga, via edital, no valor total de R$ 2,2 milhões para executar projetos ambientais.

A decisão de publicar os editais foi tomada durante a 4ª Reunião Ordinária do Comitê da Conta TFCA, sigla em inglês para Tropical Forest Conservation Act. Trata-se de um acordo bilateral, firmado entre Brasil e Estados Unidos em 2011, que prevê investimentos superiores a R$ 40 milhões (20 milhões de dólares) até 2014.

ADMINISTRAÇÃO

De acordo com a diretora da Gerência de Conservação da Biodiversidade da Secretaria de Biodiversidade e Florestas (SBF/MMA), Daniela Suárez de Oliveira, os recursos repassados pelo Tesouro brasileiro são administrados pelo Funbio. "O dinheiro é investido em projetos voltados à conservação das florestas do Brasil", explica.

Este ano já foram selecionados três projetos de apoio às redes socioambientais do cerrado no valor de R$ 1,1 milhão. Integram o Comitê da Conta TFCA representantes dos Ministérios do Meio Ambiente, da Fazenda e Relações Exteriores, além da Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio), da Comissão Nacional de Florestas (Conaflor) e do governo americano.


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andré brunckhorst
www.redeterra.ning.com

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quinta-feira, 19 de julho de 2012

IV Simpósio em Biologia Animal


Prezados Alunos, 

A comissão organizadora do IV Simpósio em Biologia Animal tem o prazer de convidá-los a participar do nosso evento que ocorrerá nos dias 03, 04 e 05 de outubro de 2012, no Instituto de Biologia da Universidade de Brasília. Teremos palestrantes convidados, palestras dos alunos da PPG Bioani, minicursos, seção de painéis, concurso de fotografias e premiações! 

A inscrições estarão abertas a partir do dia 23 de julho (próxima segunda-feira), na secretaria da Biologia Animal da UnB. 

Visitem o site http://www.biologiaanimal.unb.br/ para acessar a programação provisória. 

MAIS INFORMAÇÕES EM BREVE!! 

Contamos com a presença de todos!

Atenciosamente,
Comissão organizadora

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Seleção: bolsistas no Projeto difusão de referências e capacitação em agroecologia (até 25/07).


PROGRAMA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA – UNIVERSIDADE SEM FRONTEIRAS/SETI-PRAPOIO A AGRICULTURA FAMILIAR E AGROECOLOGIA
O CPRA está abrindo inscrições para estudantes e recém-formados interessados em participar como bolsistas no projeto “Difusão de referências e capacitação em agroecologia para sistemas de produção de leite e olericultura”, aprovado do Programa Universidade Sem Fronteiras da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia – SETI. O projeto visa difundir referências e capacitar agricultores em tecnologias consolidadas no CPRA, contribuindo para a consolidação e ampliação dos sistemas de produção de base agroecológica. Haverão ações de abrangência regional (Região Metropolitana de Curitiba): levantamento de demandas, realização de eventos ; e estadual: elaboração de publicações e disponibilização de informações no site do CPRA.Os candidatos deverão tomar ciência do Edital 01/2012, preencher a ficha de inscrição on line, enviar e se apresentarem para entrevista na sede do CPRA, conforme datas estipuladas no edital, municiados dos documentos relacionados no mesmo edital.
Inscrições até 25/07/2012.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Enc: [novaterbrasil] CPRA faz seleção de bolsistas

Igor A. A. Oliveira

From: "Humberto" <hbjunior19@yahoo.com.br>
Sender: novaterbrasil@yahoogrupos.com.br
Date: Mon, 16 Jul 2012 16:48:39 -0000
To: <novaterbrasil@yahoogrupos.com.br>
ReplyTo: novaterbrasil@yahoogrupos.com.br
Subject: [novaterbrasil] CPRA faz seleção de bolsistas

 

CPRA faz seleção de bolsistas
O Centro Paranaense de Referência em Agroecologia - CPRA está recebendo inscrições até o dia 25 de julho de 2012 de estudantes e recém formados interessados em participar como bolsistas no projeto "Difusão de referências e capacitação em agroecologia para sistemas de produção de leite e olericultura", aprovado do Programa Universidade Sem Fronteiras da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia – SETI.
Mais informações www.cpra.pr.gov.br

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terça-feira, 10 de julho de 2012

NOTA: ABRA - Associação Brasileira de Reforma Agrária


ABRA - Associação Brasileira de Reforma Agrária


NOTA
A edição do Jornal Nacional da Rede Globo do dia 05 de julho de 2012 veiculou matéria na qual identificou os assentamentos de reforma agrária como os grandes vilões do desmatamento da Amazônia, supostamente respondendo pela taxa acumulada de 30% da área desmatada.
A matéria teria sido baseada em dados fornecidos pelo Ibama, Inpe e, especialmente, pela ONG Imazon. Tais informações serviram de fundamento para ação ajuizada contra o Incra por membro do Ministério Público Federal, no Pará, por meio da qual foi demandada, entre outras medidas, a proibição de novos assentamentos naquela região do país.
A despeito da recorrência dessa mistificação pelos setores conservadores, a ABRA empreendeu iniciativas com o intuito de contestar a notícia. De início, solicitou a contextualização do caso ao Imazon, que assumiu o assessoramento dado ao Ministério Público.
Um dos seus pesquisadores informou que a ação judicial contra o Incra objetivou chamar a atenção para a falta de assistência técnica aos assentados, o que seria a causa central do desmatamento sem controle observado nas áreas correspondentes. Acusamos a estranheza de se pressionar o Incra pela melhoria nesses serviços por via judicial e, ainda mais, recorrendo ao Jornal Nacional para criminalizar os assentados. O representante do Imazon creditou ao repórter da TV Globo as manipulações da matéria, especialmente por não esclarecer que, em grande medida, o desmatamento nos assentamentos, bem como nas áreas indígenas, quilombolas e unidades de conservação, resulta da intrusão, arbitrária, ou por vezes consentida, de madeireiros, grandes fazendeiros e grileiros em geral.
Tentamos convencer o departamento de jornalismo da Globo sobre as inconsistências da matéria e sobre a necessidade da sua correção, mas sequer foi aberta a possibilidade de enviarmos os dados e argumentos.
Os fatos:
1.      A iniciativa do Ministério Público, com o apoio do Imazon, empareda ainda mais uma política estruturante, estratégica para o país, na melhor das hipóteses, já sob ‘modo vegetativo’;
2.      Ressalvados os números, a matéria do Jornal Nacional, não os qualificou e, assim, desinformou a opinião pública, pois contabilizou área de colonização entre os assentamentos responsabilizando, ainda, os assentados, por ações de desflorestamento conduzidas por terceiros;
3.      O Imazon publica desde o ano de 2008, o Boletim da Transparência Florestal (www.imazon.org.br). Neste, consta o item chamado Geografia do Desmatamento no qual a ONG ‘identifica’ os níveis do desmatamento nos assentamentos de reforma agrária, TIs, UCs, e “áreas privadas, posses & devolutas”. No mínimo é curioso que a Geografia do Desmatamento do Imazon não especifique os dados do desmatamento nos grandes imóveis rurais;
4.      Não obstante, os dados do desmatamento nos assentamentos publicados nesse Boletim não respaldam a participação divulgada pelo Jornal Nacional;
5.      Abaixo, ‘colamos’ parte das figuras copiadas do mencionado Boletim, desde 2008, na posição de maio (por ser o dado mais recente no presente ano), com o propósito de oferecer uma amostragem desse processo e dos seus protagonistas.

MAIO DE 2008: (figura colada do Boletim Transparência Florestal do mês/ano correspondente)

MAIO DE 2009: (figura colada do Boletim Transparência Florestal do mês/ano correspondente)

MAIO DE 2010: (figura colada do Boletim Transparência Florestal do mês/ano correspondente)

MAIO DE 2011: (figura colada do Boletim Transparência Florestal do mês/ano correspondente)
MAIO DE 2012: (figura colada do Boletim Transparência Florestal do mês/ano correspondente)


As figuras acima demonstram, de forma cabal, a absoluta inconsistência da matéria do Jornal Nacional.
Seria de se esperar argumentação do Imazon de que os dados do PRODES - Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal, que supostamente serviram de substrato para a ação do MP e para a matéria da Globo, são mais precisos que as do SAD (Sistema de Alerta do Desmatamento), que alimentam o Boletim da Transparência Florestal. Neste caso, só aumentaria as dúvidas sobre os procedimentos da entidade, à medida que estaria utilizando dados não confiáveis para mensurar o desmatamento nos assentamentos.
Portanto, a ABRA, ao tempo em que lamenta o jornalismo eticamente duvidoso da TV Globo, pois reativo ao contraditório, não poderia deixar de condenar mais uma recidiva de setores conservadores contrários à reforma agrária, notadamente num contexto de graves adversidades institucionais para iniciativas dessa natureza.

Brasília, 08 de julho de 2012

segunda-feira, 9 de julho de 2012

http://www.agroecologiarj.org



Renovada neste mês de julho, a página informativa da Articulação de Agroecologia do Rio de Janeiro (AARJ) busca dar visibilidade às iniciativas agroecológicas que ocorrem em território fluminense. 

O objetivo é fortalecer as iniciativas agroecológicas no estado, seja divulgando as atividades ou apresentando os trabalhos das entidades que fazem parte da rede. 

Com a renovação de sua plataforma, a atualização periódica estimulará o debate sobre agroecologia no Rio de Janeiro também nas mídias sociais. Vídeos e fotos serão postados no site, além de matérias publicadas sobre temas relacionados à AARJ na mídia.

A Articulação de Agroecologia do Rio de Janeiro é um movimento de organizações da sociedade que a partir da identificação, sistematização e mapeamento de experiências procura se articular no estado com o objetivo de fortalecer e ampliar as iniciativas agroecológicas. Desde os anos 70 a agricultura chamada alternativa vem crescendo no Rio inspirando manifestações e experiências por todo o estado. Os movimentos criticam a produção convencional com base na utilização de insumos externos, principalmente os agrotóxicos.

O Rio de Janeiro foi palco de várias articulações nacionais do movimento agroecológico, como o Encontro Nacional de Agroecologia (2002), dentre outros, que buscam a convivência com o meio ambiente. A perspectiva é uma agricultura ecológica, de acordo com os princípios dos conhecimentos tradicionais dos agricultores e suas formas de organização.

Recentemente o movimento se fortaleceu com a realização dos Encontros Nacionais de Agroecologia (ENA´s), em 2002 no Rio de Janeiro, e 2006 em Recife, e de dois Encontros Estaduais de Agroecologia, em 2006 e 2010, e de uma Festa Estadual de Sementes, em 2011. 

Atualmente já são mais de 100 experiências sistematizadas no estado, que podem ser acessadas na página Agroecologia em Rede.

Com a página, a AARJ pretende ampliar as articulações entre as organizações de agricultores e de assessoria, fortalecendo a luta política pela valorização da agricultura familiar, da reforma agrária e da agroecologia no estado.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Enc: Arraiá de Greve

Igor A. A. Oliveira

From: Alessandra Mendes <alessandra.mendes@ifb.edu.br>
Date: Tue, 3 Jul 2012 07:50:27 -0300
To: todos<todos@etfbsb.edu.br>; todos.cpla<todos.cpla@etfbsb.edu.br>; todos.cpla.docentes<todos.cpla.docentes@etfbsb.edu.br>; todos.cbra<todos.cbra@etfbsb.edu.br>; todos.cgam<todos.cgam@etfbsb.edu.br>; todos.csam<todos.csam@etfbsb.edu.br>; todos.ctag<todos.ctag@etfbsb.edu.br>; todos.ctagc<todos.ctagc@etfbsb.edu.br>; todos.cssb<todos.cssb@etfbsb.edu.br>
Subject: Arraiá de Greve

Prezados Servidores,

Encaminho email do Comando Local de Greve.

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Comando de Greve IFB <comandodegreveifb@gmail.com>


Cumpadis e Cumadis

Confirmado nosso arraiá de GREVE pessoár!

Quando: Quinta (05/07)
Que horas: 18h
Onde: no saguão da reitoria! (logo após a discussão sobre carreira dos técnicos adminsitrativos)

O forrobodó vai esquentar com a banda Cia Articum... uma banda muito porreta de forró pé de serra e ainda vai ter a presença do Seu Dotô, o Ruiter Castro Pai, que vai vir pra módi recitá umas poesia matuta pra gente...

Venha proseá, dançá, cumé, se apronchegá cum nóis!

Todos são bem vindos!!!

Cheguem cedo!
Tragam material para estruturar a festa - decoraçao (revistas, jornais, tesouras, colas, barbantes); estrutura para manter a luz e o aquecimento (extensão para ligar tomadas); comes e bebes juninos!

Sugestões:
Canjica
Arroz Doce
Pamolha
Cural
Milho cozido
Pé de moleque
Pipoca
Quentão (sem álcool)
Sucos, refrigerantes,
Cuzcuz
Paçoca
...


Favor, confirmem presença e o que irão levar para auxiliar a nossa organização


Vai ser bão dimais!


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COMANDO DE GREVE DO IFB






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"Algumas pessoas têm medo da mudança, eu tenho medo que as coisas nunca mudem" Chico Buarque

"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons"
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Martin Luther King


Alessandra Mendes
Profª MSc Educação Física
Instituto Federal de Brasília
Rodovia DF-128, Km 21, Zona Rural de Planaltina
Planaltina/DF - CEP 73380-900
http://www.ifb.edu.br
(61) 3905-5400

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Ajude a banir os agrotóxicos proibidos


Divulgue e assine o abaixo-assinado que pede o banimento dos agrotóxicos já proibidos em outros países do Mundo e que circulam livremente no Brasil!

Prezadas/os,

Desde de 2008 o Brasil é o maior consumidor mundial de agrotóxicos.

Em 2010 foram mais de 1 bilhão de litros jogados nas lavouras brasileiras, isso equivale ao uso de 5,2 litros de agrotóxicos por brasileiro.

Para piorar a situação, existe uma quantidade enorme de agrotóxicos que são banidos em diversos países do mundo e que são usados livremente aqui no Brasil. Tais agrotóxicos são banidos justamente pela comprovação científica de que tais substâncias causam danos a saúde humana e ao meio ambiente.

É inaceitável que o nosso país continue sendo a grande lixeira tóxica do planeta. Por isso, desde 2011, diversas entidades nacionais criaram a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida.
Exigimos que sejam banidos os 14 tipos de agrotóxicos banidos no resto do mundo que ainda são permitidos no Brasil.
A Campanha tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos dos agrotóxicos, pressionar governos e propor um modelo de agricultura saudável para todas e todos, baseado na agroecologia.
Assine já, pelo banimento dos banidos! Entre no link abaixo:
http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_banimentos_dos_agrotoxicos_ja_banidos_em_outros_paises/