Semente Planaltina

Este blog é destinado aos educandos do Curso Superior de Tecnologia em Agroecologia do IFB,
para a divulgação dos conteúdos das aulas; trabalhos, textos e ações desenvolvidas nas
atividades de ensino, pesquisa e extensão. Também serão publicados textos relacionados
à sustentabilidade planetária.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Livro sobre impactos dos agrotóxicos é lançado em Brasília

Fruto de quatro anos de pesquisas, o livro “Agrotóxicos, Trabalho e Saúde: Vulnerabilidade e resistência no contexto da modernização agrícola no Baixo Jaguaribe-Ceará”, organizado pela pesquisadora Raquel Rigotto (Universidade Federal do Ceará), pretende contribuir para a compreensão das interrelações da expansão do agronegócio com o trabalho, o ambiente, a saúde e o modo de vida da população rural.  

Os textos reunidos na publicação – que será lançada em Brasília na próxima quinta-feira (1/12), durante a 14ª Conferência Nacional de Saúde (CNS) - foram produzidos por 30 autores e autoras de quinze diferentes áreas de formação profissional e apresentam reflexões sobre a cadeia produtiva do agronegócio que transformou o campo em um mercado baseado na exploração da natureza e do homem, sem medir consequências ou se responsabilizar pelos impactos na saúde-ambiente.

O livro explicita a relação causal entre este modelo e a ocorrência de acidentes de trabalho, intoxicações agudas e crônicas por agrotóxicos e fertilizantes químicos, poluições das águas, do ar, da chuva, dos alimentos e do leite materno, entre outras mazelas, e mostra ainda como as comunidades afetadas e pesquisadores conseguem superar essa condição a partir da construção do modelo agroecológico sustentável. 

Lançamento do livro Agrotóxicos, trabalho e saúde: Vulnerabilidade e resistência no contexto da modernização agrícola no Baixo Jaguaribe-Ceará

Local: Tenda Paulo Freire, na parte externa do Centro de Convenções de Brasília (Eixo Monumental, Lote 05, Ala Sul)

Horário: 13h20 às 15h

Nome da Atividade: Roda de Conversa “O que plantamos e o que temos no nosso prato?”

Facilitadores:

Theresa Siqueira - DAGEP/SGP/MS
Patrícia Jaime - Comissão Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional - CGAN/SAS/MS
Noemi Krefta - Articulação Nacional de Agroecologia – (ANA) e Via Campesina
Renato Maluf – CONSEA
Vanderléia Daron - ICEPAF – CNEPS/MS
Fernando Carneiro - UNB/ABRASCO
Nildes de Oliveira Andrade –CIAN/Conselho Nacional de Saúde

terça-feira, 29 de novembro de 2011

camping do VII Congresso Brasileiro de Agroecologia

Camaradas,
 
Estou divulgando este email aos interessados e peço que repasse aos amigos.

As vagas para o camping do VII Congresso Brasileiro de Agroecologia, que ocorrerá em Fortaleza-CE,  estão reabertas.

A ficha de inscrição e os dados da conta para deposito se encontram no saite do evento, além do email (hospedagemeconomica@yahoo.com.br) para onde a ficha  e comprovante de pagamento deva ser enviados.
 
 
Abraço.
 
  Coulbert Antonino Fargnoli. 

FEAB - FORTALEZA; Coordenação Regional-V 

Programa Residência Agrária - PRA.

Grupo Agroecológico - GAUFC.

Contato: coulbert@hotmail.com / (85)91966760
feabfortaleza@yahoo.com.br



"Mais vale o que será!"

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Enc: Junte-se ao ato contra o Código Florestal amanhã!

Igor A. A. Oliveira

From: IFamBiental <ifambiental@ifb.edu.br>
Date: Mon, 28 Nov 2011 18:19:57 -0200
Subject: Junte-se ao ato contra o Código Florestal amanhã!


Caros amigos de Brasília e região, 

Amanhã, dia 29 de novembro, vamos participar de um protesto em frente ao Palácio do Planalto para clamar à Dilma que vete as mudanças no Código Florestal e salve nossa Amazônia do desmatamento, preservando a beleza do Brasil.

Mais de 1.250.000 de nós já assinamos uma enorme petição que chamou atenção da Presidente, mas agora o futuro da Amazônia está em sua caneta. Somente uma demonstração massiva do poder do povo pode fazer com que a presidente cumpra sua promessa de campanha sobre proteger a Amazônia.

Quanto mais de nós comparecerem ao evento, mais altas serão as nossas vozes. Nos reuniremos em frente ao Congresso Nacional às 08h45 e de lá marcharemos até o Palácio do Planalto às 09h45. Em seguida, vamos entregar nossas vozes e mais de 1.2 milhões de assinaturas ao seu gabinete. Confirme sua presença clicando no link abaixo:

http://www.avaaz.org/po/save_the_amazon_rally_rsvp/?vl

Veja os detalhes sobre o evento de amanhã:

Data: Terça-feira, 29 de novembro de 2011

Horário: Concentração em frente ao gramado do Congresso às 08:45

Local: Palácio do Planalto, Praça dos Três Poderes

Como chegar: Siga a Esplanada dos Ministérios em direção ao Congresso Nacional; a concentração será no gramado às 08h45. Em seguida, caminharemos até o Palácio do Planalto, situado na Praça dos Três Poderes às 9h45.

Contato: Se você tiver problemas em nos encontrar, fale com a Rejane: (61) 8510-3567 ou (61) 8138-3000

Mais informações: www.florestafazadiferenca.com.br

Por favor use o link abaixo para confirmar sua presença:

http://www.avaaz.org/po/save_the_amazon_rally_rsvp/?vl

Até amanhã!

Com esperança e determinação,

Stephanie, Diego, Alice, Ricken, Wissam, Caroline, Wen-Hua e toda a equipe da Avaaz


Apoie a comunidade da Avaaz!
Nós somos totalmente sustentados por doações de indivíduos, não aceitamos financiamento de governos ou empresas. Nossa equipe dedicada garante que até as menores doações sejam bem aproveitadas: Dona Agora





A Avaaz é uma rede de campanhas globais de 10 milhões de pessoas
que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 13 países de 4 continentes, operando em 14 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.

Esta mensagem foi enviada para paula.petracco@ifb.edu.br. Para mudar o seu email, língua ou outras informações, entre em contato pelo link http://www.avaaz.org/po/contact/?footer. Não quer mais receber nossos alertas? Para decadastrar envie um email para unsubscribe@avaaz.org ou clique aqui.

Para entrar em contato com a Avaaz, não responda este email, escreva para nós no link www.avaaz.org/po/contact.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

BAZAR ANIMAL CHIQUE

Amigos ,
 
Dia 03 de dezembro realizaremos o nosso tradicional BAZAR ANIMAL CHIQUE na 215 Norte, Bloco H (salão de festas) de 11 às 19 horas. Muita coisa bonita (roupas, bijoux, objetos de decoração), sorteios e a nossa já famosa culinária: sushi, sashimi, yaksoba pastéis (tudo vegetariano) e muitas tortas deliciosas! Venha almoçar e lanchar conosco, venha curtir uma tarde alegre e divertida, traga sua família e seus amigos e seu pet também esta convidado. Toda a renda será utilizada para pagarmos contas pendentes de 2009 e 2010 - queremos fechar o ano com menos dívidas! Nos ajudem a continuar salvando vidas!!!!!!!!!!!!! 
 

terça-feira, 22 de novembro de 2011

CARTA ANA EM DEFESA DO CÓDIGO FLORESTAL E DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE APOIO À AGROECOLOGIA

Prezados colegas,
A Associação Brasileira de Agroecologia-ABA, preocupada com os rumos dos encaminhamentos no Senado Federal e os possíveis novos retrocessos que poderemos ter com respeito à defesa do meio ambiente, SUBSCREVE e apoia a carta da ANA-Articulação Nacional de Agroecologia.(abaixo)

Nossa posição institucional continua sendo de intransigência, quando se trata de qualquer determinação legal ou não que possa afetar a vida em todas as suas dimensões e, inclluindo, as possibilidades de vida digna para as futuras gerações.

Como temos procurado demonstrar aos gestores públicos, pelo menos nas últimas décadas, a Agroecologia oferece bases epistemológicas, metodológicas e tecnológicas capazes de dar um basta ao processo de destruição e de impactos socioambientais que vem provocando o equivocado  modelo de industrialização e subordinação da agricultura baseada nos pacotes da revolução verde e nos monocultivos artifializados.

Convidamos a todos os colegas para que se incluam nesta luta através de suas redes de contatos e façam saber aos congressistas e ao Governo Federal, que uma parte importante da sociedade brasileira não aceita e não aceitará retrocessos no que tange ao nosso patrimônio natural e cultural.

Abraços,
Francisco Roberto Caporal
Presidente da ABA-Agroecologia


EM DEFESA DO CÓDIGO FLORESTAL E DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE APOIO À AGROECOLOGIA



O Brasil corre um enorme risco de se posicionar na contramão da história se o texto que altera o código florestal, aprovado na câmara dos deputados, for
aprovado no senado e sancionado pela Presidenta Dilma. E justamente no
momento em que o Brasil vai sediar, em 2012, a Rio+20, e as atenções
internacionais estarão voltadas ao nosso país.



A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia
Brasileira de Ciências (ABC) produziram um relatório posicionando-se
negativamente sobre a proposta de mudança do Código Florestal Brasileiro. O
relatório destaca que o processo histórico de ocupação do território
brasileiro resultou em aumento das pressões sobre o meio ambiente, em
processos erosivos, na perda de biodiversidade, na contaminação ambiental e
em desequilíbrios sociais. Os diagnósticos realizados demonstram que existe
um passivo da ordem de 83 milhões de hectares de áreas de preservação
ocupadas irregularmente, de acordo com a legislação ambiental em vigor. É
preciso repensar essa ocupação e promover uma adequação ambiental e social
da atividade rural.



A maior parte deste passivo sem sombra de dúvidas pode ser creditada à
agricultura patronal, o chamado agronegócio, não só pela dimensão da área
ocupada pelas grandes propriedades como pelo modelo de produção em
monoculturas, intensivo no uso de máquinas, adubos químicos e agrotóxicos. A
agricultura familiar camponesa, agroextrativistas, povos indígenas,
quilombolas e outras comunidades tradicionais adotam, predominantemente, um
modelo que alia produção agrícola e conservação dos recursos naturais (solo,
água e biodiversidade),



A mudança do Código Florestal, portanto, interessa em primeiro lugar ao
agronegócio, que sempre ignorou a existência desta legislação e considera a
sua implementação efetiva como uma ameaça à continuidade e expansão de seu
modelo predatório de produção e acumulação de riquezas.

Entendemos que a legislação atual traz restrições para a permanência da
agricultura familiar no campo, quando consideramos, por exemplo, casos de
pequenas propriedades que utilizam áreas previstas em lei para preservação.
Isso quer dizer que há a necessidade de aperfeiçoamento na legislação,
levando-se em consideração as especificidades da agricultura familiar.



No entanto, diversas leis e decretos ou medidas infralegais, como resoluções
e instruções normativas, publicadas nos últimos anos procuram contemplar
estas especificidades. Como exemplo, a recente Resolução do Conselho
Nacional do Meio Ambiente - CONAMA, número 425, de maio de 2010, dispõe
sobre critérios para a caracterização de atividades e empreendimentos
agropecuários sustentáveis do agricultor familiar, empreendedor rural
familiar, e dos povos e comunidades tradicionais como de interesse social
para fins de produção, intervenção e recuperação de Áreas de Preservação
Permanente e outras de uso limitado.



O que faltou nestes 46 anos de vigência do Código Florestal foi
principalmente a formulação de propostas de políticas públicas que
viabilizassem a sua efetiva implementação. Pelo contrário, o que se viu foi
a adoção de políticas que incentivavam o desmatamento, colocado como
condição para o acesso ao crédito, por exemplo.



Portanto, não se trata de revogar o código e sim criar condições e políticas
públicas para o seu aperfeiçoamento e implementação. Nos próprios quadros
técnicos de órgãos ambientais e de assistência técnica e extensão rural
governamentais pode-se verificar um grande desconhecimento sobre o Código
Florestal e das medidas infralegais que buscaram aperfeiçoá-lo nos últimos
anos.



Percebemos que o atual debate sobre as alterações no código florestal está
sendo feito de forma oportunista e irresponsável pelas lideranças
ruralistas, que cooptaram setores importantes do governo e do legislativo. 

O texto aprovado na câmara significa um retrocesso que beneficia os setores
mais retrógrados do campo, premiando com anistias aqueles que mais
dilapidaram e usurparam os recursos naturais e abrindo caminho para um
aumento colossal do desmatamento em nosso país e da violência contra os
povos do campo e da floresta. A sinalização de "liberou geral", dada pelo
debate na Câmara desde o começo do ano, já tem como conseqüências práticas o
aumento impressionante de 473% no desmatamento em Mato Grosso, na comparação
com os mesmos meses do ano passado, e o claro aumento do tom e da quantidade
de ameaças que lideranças ambientalistas da Amazônia vêm recebendo, que
culminaram com os assassinatos de José Cláudio Ribeiro da Silva, Maria do
Espírito Santo da Silva e Adelino Ramos.



Portanto, a Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) se posiciona contra
as mudanças propostas para o Código Florestal Brasileiro, e reforça a
necessidade de fortalecer a agricultura familiar camponesa,
agroextrativistas, povos indígenas, quilombolas e outras comunidades
tradicionais, com a valorização e incentivo a práticas sustentáveis,
especialmente na promoção da Agroecologia.



Os sistemas de produção baseados na Agroecologia demonstram grande potencial
para o enfrentamento da crise civilizatória que vivemos (incluídas aí as
crises econômica, socioambiental, energética e alimentar) e dos problemas do
modelo de desenvolvimento hoje dominante no País.



Estudos recentes, realizados nos biomas Mata Atlântica e Amazônia, com apoio
do Ministério do Meio Ambiente (MMA), apontam para a importância dos
chamados Sistemas Agroflorestais (SAFs) para a produção de alimentos e
conservação da biodiversidade, solos e água. Alguns sistemas chegam a
abrigar mais de trinta espécies endêmicas de árvores e arbustos desses
biomas, e a sequestrar cerca de 150 toneladas de CO2 equivalente em um
período de 15 anos. Outro papel importante dos SAFs refere-se à manutenção
de conectividade funcional entre áreas de fragmentos florestais. Pesquisas
conduzidas no sul do Brasil demonstram que a proporção de espécies da fauna
típica de ambientes florestais é maior em plantios complexos e multidiversos
do que em sistemas de monocultivo

Pesquisas na Zona da Mata de Minas Gerais
demonstram que a biodiversidade associada nos SAFs é responsável por vários
serviços ambientais, como polinização, melhoria da qualidade do solo e
controle de insetos indesejáveis; regula processos-chave no funcionamento
dos agroecossistemas, tais como a decomposição da matéria orgânica, o
controle natural de insetos-praga e patógenos e a ciclagem de nutrientes,
contribuindo em grande parte para a resiliência (capacidade de suportar
estresses ambientais) do sistema de produção.

A importância da agricultura familiar e, principalmente, dos sistemas de
produção com base agroecológica para combater a pobreza, para a promoção de
segurança alimentar e da sustentabilidade ambiental é referendada pelo maior
estudo realizado até o momento sobre o estado da arte da agricultura
mundial. O chamado relatório da Avaliação Internacional do Papel dos
Conhecimentos e da Tecnologia no Desenvolvimento Agrícola (International
Assessment of Agricultural Knowledge, Science and Technology for Development
- IAASTD), elaborado por centenas de cientistas de todo o mundo e organizado
com apoio de vários organismos das Nações Unidas, dentre eles o Banco
Mundial, a Organização para Agricultura e Alimentação - FAO, e o Programa
das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD é taxativo em afirmar que
políticas públicas e arranjos institucionais deverão priorizar o uso de
abordagens de manejo agroecológico para a promoção do desenvolvimento
sustentável. O Professor Olivier de Schutter, relator especial da ONU, sobre
"os direitos à alimentação", baseado em vários estudos também foi categórico
ao afirmar que as política públicas devem apoiar a agroecologia (ONU,
A/HRC/16/49).



O Projeto de Lei na forma em que foi aprovado na Câmara dos Deputados é
absolutamente prejudicial para o desenvolvimento sustentável do país, além
de criar dificuldades para que o Brasil cumpra os acordos estabelecidos
internacionalmente. O substitutivo apresentado pelo deputado Aldo Rebelo e
aprovado na câmara favorece apenas aos interesses do agronegócio, anistia
crimes ambientais cometidos por produtores rurais, desobriga a recomposição
das áreas consolidadas, permite a compensação de Reserva Legal fora da
região ou bioma e desobriga a recomposição da Reserva Legal em propriedades
de até 4 módulos fiscais, sem diferenciar o agronegócio da agricultura
familiar camponesa, agroextrativistas, povos indígenas, quilombolas e outras
comunidades tradicionais. Os deputados ainda aprovaram a desastrosa emenda
164, que atribui aos estados responsabilidades que pertencem à Lei Federal.
A flexibilização dessa legislação poderá desencadear desdobramentos com
sérias conseqüências para o meio ambiente.
Resta saber como os deputados pensam em substituir os serviços ambientais
que poderão ser eliminados com esta nova legislação e que só as florestas
nos podem garantir, como: a produção de água, a regulação dos ciclos das
chuvas e dos recursos hídricos, a proteção da biodiversidade, a polinização,
a reprodução de muitas espécies, o equilíbrio das cadeias tróficas, o
controle do assoreamento dos rios e barragens e o equilíbrio do clima,
alguns dos sustentáculos básicos da vida neste planeta.

Conclamamos todos os parlamentares, o governo federal e a sociedade
brasileira a se posicionarem e agirem com responsabilidade histórica e a
atuarem firmemente contra o retrocesso que significa a aprovação do
relatório aprovado na câmara dos deputados. Caso contrário, as consequências
para o futuro serão desastrosas, nós já a sentiremos, e muito mais ainda
nossos filhos e netos. Conclamamos a todos a agirem em defesa da vida e do
futuro do nosso país e do planeta Terra.

20 de setembro de 2011

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