Semente Planaltina

Este blog é destinado aos educandos do Curso Superior de Tecnologia em Agroecologia do IFB,
para a divulgação dos conteúdos das aulas; trabalhos, textos e ações desenvolvidas nas
atividades de ensino, pesquisa e extensão. Também serão publicados textos relacionados
à sustentabilidade planetária.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Novo site e prazos do VII Congresso Brasileiro de Agroecologia



CALENDARIO VII CBA

até 12 de dezembro
Inscrições como participantes
até 31 de agosto:
Inscrições de temas para as sessões organizadas e oficinas.
até 31 de agosto:
Apresentação de trabalhos técnico-científicos e experiências agroecológicas
até 30 de setembro:
Inscrição de estandes na feira/exposição e de outras atividades
até 30 de setembro:
Inscrições dos/das participantes nas sessões organizadas, oficinas e mini-cursos
a partir de 30 de setembro de 2011:
Divulgação dos trabalhos aprovados para apresentações orais e pôsteres.
30 de novembro de 2011:
Confirmação da programação final

Presidente do Ibama assume Belo Monte e afirma que não é seu papel cuidar do meio ambiente

Sem saber que estava sendo gravado, Curt Trennepohl sugere que o Brasil faça o mesmo que a Austrália fez com os aborígenes


19/07/2011

Em entrevista ao programa australiano “60 Minutes”, o presidente do Ibama, Curt Trennepohl afirmou que está disposto a viver com a decisão de autorizar a hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, e que seu trabalho não é cuidar do meio ambiente e sim “minimizar impactos ambientais”.

No momento em que é contestado pela repórter sobre a questão indígena. Trennepohl afirma que “nenhuma tribo será atingida ou perderá suas terras em razão da hidrelétrica”,. Depois de afirmar que não responderá a nenhuma outra pergunta, o cinegrafista sai da sala, mas continua gravando a conversa.

Sem saber que estava sendo gravado, presidente do Ibama considera a possibilidade de que o que o Brasil faça com os índios a mesma coisa que a Austrália fez com sua população nativa, os aborígenes, que eram perseguidos em campanhas de extermínio pelos colonizadores britânicos e por leis discriminatórias.

Acompanhe o diálogo:

“Vocês têm os aborígenes lá e não os respeitam", afirma Trennepohl.

"Então vocês vão fazer com os índios a mesma coisa que nós fizemos com os aborígines?", questiona a jornalista.

"Sim, sim", responde Trennepohl.

“Nós reconhecemos que o que fizemos com nossos aborígenes é errado.”

“Ah, você sabe que é errado”.

Veja o vídeo


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segunda-feira, 25 de julho de 2011

25 de Julho: Dia de quem cultiva a terra e luta pela vida



Popularmente se diz que o 25 de Julho é o "Dia do Agricultor", mas em muitos locais se diz "Dia do Colono" e ultimamente se recupera um sentido mais original para quem trabalha no campo e se diz que é o "Dia do Camponês". Na verdade o "Dia do Agricultor" é 28 de Julho, data instituída a partir do centenário da criação do Ministério da Agricultura, em 1960, por decreto do presidente Juscelino Kubitschek. Já a data de 25 de Julho, como "Dia do Colono" é uma homenagem aos "colonos" estrangeiros que imigraram ao Brasil no final do século 19 início do século 20.


Mas, hoje, quando se fala em agricultor, colono ou camponês, já se sabe que se refere ao pequeno agricultor, o homem e a mulher que trabalham na agricultura familiar e camponesa. E quando se refere aos grandes, os latifundiários e ruralistas, eles gostam de serem chamados de "produtores rurais". E a imprensa frisa muito bem esta terminologia. De fato eles produzem e muito. Produzem, em primeiro lugar, a fome e a miséria porque roubam a terra de quem dela precisa. Produzem riqueza para eles. Os grandes não cultivam a terra, simplesmente arrancam dela o lucro.

Enquanto o pequeno agricultor, o colono, o camponês cultiva a terra, semeando a boa semente para colher o pão de cada dia que alimenta sua família e nutre o Brasil, o dito produtor rural trabalha com dinheiro e na terra põe o transgênico e o veneno e colhe muito mais dinheiro. Você já viu um produtor rural produzir sem dinheiro? Ele usa dinheiro público para arrancar da terra mais riqueza para ele próprio. Mas o pequeno agricultor, que nem sempre tem recursos para cultivar a terra, trabalha na fé, na coragem e no amor.

Mas, a mulher e o homem que, com simplicidade, cultivam a terra, também são cultivados por ela e aprendem a lutar pela sua dignidade e pelo respeito a vida. Quando pessoas simples e humildes se levantam do chão como plantas que querem florir, é porque a terra cultivou seus corações e mentes e aprenderam na vida que é preciso lutar para viver. Por isso, nesta data, é preciso enaltecer mulheres e o homens que, cultivando a terra, aprendem a lutar.
25 de Julho deve ser um dia para celebrar e lutar, porque a vida do pequeno agricultor, colono ou camponês é marcada pela luta, mas com muita mistica e amor com a terra.
por Pilato Pereira - CPT/RS

sábado, 23 de julho de 2011

Ceremonia de Agua 2011 “Oración por la Paz Mundial”

Divulgar
ESTIMAD@S,

DIVULGUEM dia 24 de julho as 16 horas no BRASIL

EMOTO PARA A PAZ
ATRAVES DAS AGUAS
DIA 25 DE JULHO
Estaremos juntos em oração pela nova consciencia da humanidade frente aos desastres do Japão.
Ceremonia de Agua 2011 “Oración por la Paz Mundial”

El lunes 25 de Julio de este año, Dr. Emoto llevará a cabo la ceremonia de agua para ofrecer Amor y Gratitud al agua en Fukushima, Japón el lugar donde ha sufrido y está sufriendo todavía severos daños por la causa de accidentes del Central de Energía Nuclear después del terremoto y el tsunami. Ofrecerá su oración por la paz del planeta Tierra uniendo las poderosas conciencias de todas las personas que participarán en este evento en alrededor del mundo.
 Se lo suplicamos a ustedes por favor nos ayuden a difundir este evento y participen en esta importante ceremonia desde su propia ciudad.
 El detalle de la ceremonia es como sigue:
Fecha y hora : 25 de Julio de 2011, de 4:00AM – 6:00AM (Hora de Japón)
México: 14:00hrs. del domingo 24 de Julio
Brasil Brasilia 16:00 de 24 de julio
USA… California 12:00 de 24 de Julio
New York 15:00 July 24th
London … 20:00 July 24th
Paris … 21:00 July 24th
Moscow … 23:00 July 24th
Bangkok … 2:00 July 25th
Beijing, Singapore, Taipei … 3:00 July 25th
Seoul … 4:00 July 25th
Sidney … 5:00 July 25th
Lugar: Ciudad de Iwaki, Fukushima, Japón

Na Ilha de Fukushima,Japao
sera realizada a cerimonia  ao mesmo tempo em todo o mundo estaremos em conexão e oração. 
No Brasil as 16 horas  da tarde de domingo 24.
Divulguem para  qeu estejamos todos pulsasndo num so coração pela Paz 
As 18 horas sera enviado pelo site do Instituto Hado, a celebração do Japão.
Amor e gratidão e a mensagem de EMOTO para a humanidade.
 
divulgando tambem no blog da \Oca do Sol.
www.ocadosol.blogspot
Do mundo todo chegam as chamadas para estarmos juntos neste dia.
Equipe Oca do Sol
Muy estimados y queridos amigos:

Me permito transmitir el aviso de EMOTO PEACE PROJECT que año tras año
organiza Ceremonia de Agua el día 25 de Julio (Día fuera del tiempo), en
diferentes lugares del mundo, esta vez decidió realizarla en Fukushima, Japón.
Les suplico unirse en esta oración por la paz mundial.
con profundo amor y gratitid desde ME-XIHC-CO
Chieko


-- 
Instituto 
http://groups.google.com/group/ocadosol/members?hl=pt-BR

Enviado por: Luanna Guimarães, técnica do Projeto RENASCER - COOPERAFI
* BIÓLOGA *
Técnica em Meio Ambiente 
- Membro articuladora do Coletivo Jovem de Meio Ambiente de Goiás
Contatos:
(062) 8435-3733

“Nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.”
“Feliz daquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.”

(Cora Coralina)

Exposição Imagens do Cerrado

olá,

demorei, mas pra quem ainda não recebeu, segue a divulgação para uma exposição de fotografias que estou realizando.
a abertura é logo mais às 19:00 de hoje 19/07/2011.
a exposição fica até o dia 05 de agosto de segunda a sexta das 10 às 18:00.
apareçam!!

abçs

Gabriel Romeo



sexta-feira, 22 de julho de 2011

DECISÕES DE JUIZ BENEFICIAM MATADORES DE CASAL EXTRATIVISTA DE NOVA IPIXUNA-PA

Após quase dois meses dos assassinatos de José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo Silva, a polícia civil do Pará concluiu as investigações e apontou como mandante dos crimes o fazendeiro José Rodrigues Moreira e como executores, os pistoleiros Lindonjonhson Silva Rocha (irmão de José Rodrigues) e Alberto Lopes do Nascimento. Mesmo identificando os executores e um mandante do crime, nenhum deles foi preso, todos encontram-se livres em lugar não sabido, graças a decisões do juiz Murilo Lemos Simão da 4ª vara penal da comarca de Marabá. 

No curso das investigações, a polícia civil pediu a prisão temporária dos acusados, mesmo com parecer favorável do Ministério Público o juiz negou o pedido. De posse de novas provas sobre a participação dos acusados a polícia ingressou com um segundo pedido, dessa vez, requereu a prisão preventiva de todos, o pedido chegou novamente às mãos do juiz com parecer favorável do MP e, mais uma vez, o juiz negou o pedido. Na semana passada, no final das investigações, a polícia civil ingressou com um terceiro pedido de prisão e, até o momento da divulgação do nome dos acusados em entrevista coletiva, o juiz não tinha decidido sobre mais esse pedido.
 
Ao negar a decretação da prisão dos acusado por duas vezes, o juiz contribuiu para que esses fugissem da  região e, mesmo que sejam decretadas suas prisões, a prisão do grupo se torna ainda mais difícil. O mesmo juiz, decretou o sigilo das investigações sem que o delegado que presidia o inquérito ou o Ministério Público tenha solicitado. 


Muitos outros crimes de grande repercução já ocorreram no Estado do Pará (Gabriel Pimenta, Irmã Adelaide, massacre de Eldorado, José Dutra da Costa, Irmã Dorothy) e, em nenhum deles foi decretado segredo de Justiça. As decisões do juiz Murilo Lemos constituem mais um passo em favor da impunidade que tem sido a marca da atuação do Judiciário paraense em relação aos crimes no campo no Estado.


Desde o início das investigações as testemunhas ouvidas já indicavam a possível participação de José Rodrigues como um dos mandantes do crime, ao lado de outros fazendeiros e madeireiros do município. José Rodrigues pretendia ampliar sua criação de gado para dentro da reserva extrativista. No entanto, a área que ele dizia ter comprado já estava habitada por três famílias extrativistas. Natentativa de expulsar as famílias, José Rodrigues levou um grupo de policiais entre civis e militares até o local, expulsou os trabalhadores, ateou fogo em uma das casas e levou um trabalhador detido até a delegacia de Nova Ipixuna. Na delegacia o trabalhador foi pressionado pelos policiais e José Rodrigues a assinar um termo de desistência do Lote. José Cláudio e Maria além de denunciarem a ação ilegal dos policiais ao INCRA apoiaram a volta dos colonos para os lotes. 


Meses antes de suas mortes José Cláudio e Maria denunciaram as ameaças que estavam sofrendo e apontavam fazendeiros emadeireiros como os ameaçadores. As dezenas de depoimentos colhidosdurantes as investigações apontam para a participação de outras pessoasna decisão de mandar matar José Cláudio e Maria. Razão pela qual asentidades abaixo relacionadas defendem a continuidade das investigações.As entidades esperam ainda que o inquérito presidido pela PolíciaFederal, e não concluído ainda, possa avançar na identificação deoutros acusados pelos crimes. Pelo exposto exigimos: a decretação das prisõesde todos os acusados e suas prisões imediatas, o fim da impunidade e aconclusão das investigações das mortes dos trabalhadores assassinados naregião após a morte de José Cláudio e Maria. 
Marabá, 19 de julho de 2011.

Comissão Pastoral da Terra – CPT Marabá.
FFETAGRI Regional Sudeste.
-- 

Antonio (Tony) Marques dos Santos
Conselheiro/Equipe de Formaçãos e Gestão de AMARC Brasil.
www.tonymarques.ning.com / http://comunicadortonymarques.blogspot.com/


envido por: Evandro Medeiros - Campus Marabá - UFPA 94 9132 3073