Prezados amigos, parceiros e cursistas !!
Como parte das comemorações do 15º aniversário da Escola da Natureza e considerando o encerramento do Curso Arte, Cultura e Meio Ambiente, ofereceremos um Seminário sobre a história da Ocupação do DF, sob diversos olhares e linguagens, conforme convite abaixo. Venham partilhar conosco desta estrada e redescobrir maneiras de caminhar junto!
Contamos com suas valiosas presenças !!
Equipe da Escola da Natureza.
Semente Planaltina
Este blog é destinado aos educandos do Curso Superior de Tecnologia em Agroecologia do IFB,
para a divulgação dos conteúdos das aulas; trabalhos, textos e ações desenvolvidas nas
atividades de ensino, pesquisa e extensão. Também serão publicados textos relacionados
à sustentabilidade planetária.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Inauguração do Viveiro Escola
Todo viveiro é uma escola, e me arrisco a dizer que é a melhor escola para quem quer conhecer e aprender sobre a vegetação de um lugar, no nosso caso o Cerrado.
Dentro das atividades de um viveiro, temos de identificar as árvores matrizes para a coleta de sementes, o que exige "caçar" e andar entre as árvores, ou seja, vivenciar o Cerrado. Para coletar as sementes é preciso acompanhar a fenologia, e portanto conhecer as mudanças de cores e de queda das folhas, o surgimento e polinização das flores e o desenvolvimento dos frutos de cada espécie.
Ao conhecer o fruto e seu tempo de maturação para coleta, chegamos no alvo que são as sementes a serem coletadas. Depois de coletadas devem ser beneficiadas e armazenadas adequadamente para posterior uso. Algumas não devem ser armazenadas, e sim imediatamente semeadas.
Ao semear, podemos observar que a plântula que surge não é necessariamente idêntica à árvore adulta, e passamos a conhecer também os "filhotes" das futuras árvores.
Vocês conseguem perceber o potencial de aprendizado que acontece dentro das atividades de um viveiro? Foi trabalhando em viveiros que aprendi muitas das coisas que hoje me são úteis. E agora?
Agora inauguramos nosso Viveiro Escola, que apesar de ainda não ter a sua sala de aula construída, já funciona como escola viva e sem paredes. Todos interessados em colaborar e curiosos em aprender são bem vindos, basta procurar nosso grande Elvécio, que também precisa de muita ajuda para fazer o viveiro atingir todas as suas potencialidades. E quem vai fazer isso? Essa resposta quem tem é você!
O viveiro faz parte das metas do projeto "Rio São Bartolomeu Vivo", e é um dos elementos do "Centro de Recuperação Ambiental do Alto São Bartolomeu", apoiado pela fundação Banco do Brasil e parceiros.
A inauguração contou com a presença de diversos parceiros do IFB, entre eles representantes das comunidades beneficiadas com o projeto, estudantes, o presidente da Fundação de Apoio a Pesquisa do DF (Paulo Breta Salles), Deputado Joe Valle, Presidente do Ibram (Moacir Bueno), representantes da FUNATURA (César Vítor e Juliano Minervino), IPOEMA (Eduardo Lyra Rocha, Thiago Jacintho e Cláudio Jacintho), REDE TERRA (Zizo Simeom), representantes da Estação Ecológica de Águas Emendadas, EMBRAPA CERRADOS (Fabiana e José Filipe Ribeiro), IFAMBIENTAL (Paula Petraco)diretoria e reitoria do IFB entre outros.
Agora temos de aproveitar ao máximo esta estrutura e tentar atender a expectativa gerada sobre o nosso trabalho. Além de sevir de apoio para as disciplinas regulares, ele também servirá para tividades de extensão e pesquisa. Ainda temos muito o que construir, e para isso precisaremos da ajuda de todos!!!
Mais notícias sobre a inauguração em:
http://www.ifb.edu.br/planaltina/noticias/2296-ifb-e-parceiros-inauguram-viveiro
segunda-feira, 13 de junho de 2011
ESTUDANTES DE AGROECOLOGIA PROMOVEM CURSO DE CRIAÇÃO DE AVES COLONIAIS
Enviado por Luciano Bernardo, lucianobernardo@yahoo.com.br
Na última segunda-feira, dia 6 de junho de 2011, foi realizado, em Planaltina e Taguatinga, curso sobre a criação de aves coloniais em sistemas de produção sustentáveis. O evento foi organizado pela turma do segundo semestre de Agroecologia (STA2) do Campus Planaltina do Instituto Federal de Brasília – IFB, sob a coordenação da professora Julia Eumira. O evento foi organizado a partir da disciplina Bem-Estar Animal.
O curso teve como público principal os estudantes do curso Técnico em Agropecuária com ênfase em Agroecologia, voltado a agricultores e filhos de agricultores de assentamentos da reforma agrária, além de estudantes de Agroecologia, do Técnico em Agropecuária e professores.
Na última segunda-feira, dia 6 de junho de 2011, foi realizado, em Planaltina e Taguatinga, curso sobre a criação de aves coloniais em sistemas de produção sustentáveis. O evento foi organizado pela turma do segundo semestre de Agroecologia (STA2) do Campus Planaltina do Instituto Federal de Brasília – IFB, sob a coordenação da professora Julia Eumira. O evento foi organizado a partir da disciplina Bem-Estar Animal.
O curso teve como público principal os estudantes do curso Técnico em Agropecuária com ênfase em Agroecologia, voltado a agricultores e filhos de agricultores de assentamentos da reforma agrária, além de estudantes de Agroecologia, do Técnico em Agropecuária e professores.
No período da manhã, aconteceu no auditório do IFB palestra do pesquisador João Paulo Guimarães Soares, da Embrapa Cerrados, abordando os princípios agroecológicos que devem nortear uma integração lavoura e pecuária, assim como todas as estapas que devem constar do planejamento da criação de aves em bases sustentáveis, desde a escolha do local e das linhages de aves, até a legislação vigente. Foram abordadas também as necessidades com relação às instalações para que estas propiciem um ambiente adequado ao bem-estar animal, e também a uma criação em bases agroecológicas.
No parte da tarde, a turma visitou uma propriedade em transição agroecológica em Taguatinga, para ver na prática alguns dos conceitos apresentados durante a manhã. A produtora Massae Watanabe mostrou, além da criação de aves poedeiras, outros aspectos da propriedade como hortas orgânicas, policultivos, adubação verde e agroflorestas.
Fotos do evento podem ser conferidas na página:
sábado, 11 de junho de 2011
Subject: BICICLETADA!
Boa tarde, pessoal.
Com o intuito de construir edificações em área de preservação ambiental, algumas construtoras têm-se utilizado de artifícios relacionados a questões ambientais, distorcendo a verdadeira motivação pelo qual desejam ocupar uma extensa área denominada de Parque Ecológico das Sucupiras. Estamos falando da Expansão do Sudoeste, construção da Quadra 500.
Muitas pessoas da comunidade vêm lutando contra isso tentando salvar essa área remanescente de cerrado.
Acontece que as construtoras estão promovendo, com suposto "cunho ecológico", um passeio ciclístico neste domingo, dia 12/06/2011, utilizando-se do poder do marketing para maquiar seus objetivos.Uso da questão do ciclismo para esconder a intenção de ocupação da área preservada.
Os colegas do Rodas da Paz estão alertando sobre as reais intenções das construtoras. Talvez seja o momento de aproveitar para desmascará-las publicamente. Leiam abaixo correio recebido do presidente da APES (Associação Parque Ecológico das Sucupiras), Fernando Lopes, denunciando a ação que utiliza a questão das bicicletas e atividades esportivascom finalidade distorcida.
Assim, haverá distribuição de panfletos amanhã no local, para conscientização da população sobre a necessidade de preservação do Parque e contra a expansão do Sudoeste.
Abaixo, reproduzimos:
1. E-mail sobre a "Bicicletada", enviado por Fernando Lopes da APES;
2. Blog da APES para maiores informações, bem como texto sobre o assunto extraído de lá.
3. Endereço do Abaixo-Assinado online contra a expansão para sua adesã0
Agradecemos pelo apoio de todos, reenviando este e-mail a seus contatos.
Um abraço!
Paulo
1) E-mail sobre a Bicicletada
Date: Sat, 11 Jun 2011 08:46:33 -0300
From: fclope@uol.com.br
Subject: BICICLETADA!
Prezados amigos
Fui procurado ontem pelo pessoal do Rodas da Paz, preocupados com um passeio ciclístico programado para acontecer amanhã, domingo, no Sudoeste. Eles perceberam que o evento está sendo patrocinado pela Antares, com o objetivo de promover a expansão. Ontem, também, um amigo me ligou para dizer que seu vizinho chegou em casa com um kit-passeio (com barra de cerais e tudo mais), pró- quadras 500, que haviam lhe dado na academia. Pretendem divulgar a expansão como algo ecológico, pró-bicicleta e natureza. Seu slogan é "Quadras 500 é legal".
Fomos convidados informalmente pelos organizadores a participar, levando nosso material - panfletos, camisetas.
Penso que é importante mostrar, nesse evento aberto à comunidade, nossa posição.
AMANHÃ, DOMINGO 12/06 , ÀS 9H, NO PARQUE DO BOSQUE, PRÓXIMO AO INMET.
Estão montando uma forte estrutura para esse evento, com previsão de música e lanche ao final. Será muito bom estarmos lá para informar a comunidade!
É importante participar. Quem quiser ir, entre em contato, para mais detalhes. Fernando - 99790856
2) BLOG DA APES (Associação Parque Ecológico das Sucupiras)
O verdadeiro Blog da Associação do Parque das Sucupiras é http://apesucupiras.blogspot.com/
Fiquem atentos, está sendo divulgado na net um outro blog que veicula informações erradas. Estratégia sub reptícia. Veja abaixo maiores esclarecimentos sobre o assunto, extraídos do blog da associação.
PELO CERRADO - CONTRA A EXPANSÃO DO SUDOESTE!
A Antares Engenharia pretende destruir a última reserva de cerrado na área central de Brasília, junto ao Eixo Monumental, para construir 22 prédios de 6 andares e seis prédios comerciais - a expansão do Sudoeste. A comunidade está contra.
O projeto desrespeita o Decreto Brasília Revisitada, de 1987, de Lúcio Costa (veja mapa). Notícias enganosas, em edição especial do Jornal da Comunidade e em outros órgãos da imprensa, afirmam que a expansão está autorizada. Não está. Continua em vigor a liminar da Vara do Meio Ambiente que proíbe a construção. Outras inverdades:
- “A quadra 500 está prevista como área residencial no planejamento de Lúcio Costa.” Errado. O decreto estabelece que NÃO se pode construir nessa área.
- “Projeto prevê quadra ecologicamente correta”. Ao contrário, a expansão traria sobrecarga às redes de esgoto e pluvial, entre outros danos: mais calor e impermeabilização do solo.
- “Impacto no tráfego da região é zero.” O trânsito em Brasília está ficando inviável. Uma das causas é a especulação imobiliária desenfreada. A expansão aumentaria em 10% a população do bairro, com mais de 4.000 carros.
3) ABAIXO-ASSINADO ONLINE CONTRA A EXPANSÃO
http://www.petitiononline.com/apes/petition.html
Mara Cristina Moscoso
maramoscoso@gmail.com
Fórum de ONGs Ambientalistas do DF
http://informe-ambiental.blogspot.com/
Com o intuito de construir edificações em área de preservação ambiental, algumas construtoras têm-se utilizado de artifícios relacionados a questões ambientais, distorcendo a verdadeira motivação pelo qual desejam ocupar uma extensa área denominada de Parque Ecológico das Sucupiras. Estamos falando da Expansão do Sudoeste, construção da Quadra 500.
Muitas pessoas da comunidade vêm lutando contra isso tentando salvar essa área remanescente de cerrado.
Acontece que as construtoras estão promovendo, com suposto "cunho ecológico", um passeio ciclístico neste domingo, dia 12/06/2011, utilizando-se do poder do marketing para maquiar seus objetivos.Uso da questão do ciclismo para esconder a intenção de ocupação da área preservada.
Os colegas do Rodas da Paz estão alertando sobre as reais intenções das construtoras. Talvez seja o momento de aproveitar para desmascará-las publicamente. Leiam abaixo correio recebido do presidente da APES (Associação Parque Ecológico das Sucupiras), Fernando Lopes, denunciando a ação que utiliza a questão das bicicletas e atividades esportivascom finalidade distorcida.
Assim, haverá distribuição de panfletos amanhã no local, para conscientização da população sobre a necessidade de preservação do Parque e contra a expansão do Sudoeste.
Abaixo, reproduzimos:
1. E-mail sobre a "Bicicletada", enviado por Fernando Lopes da APES;
2. Blog da APES para maiores informações, bem como texto sobre o assunto extraído de lá.
3. Endereço do Abaixo-Assinado online contra a expansão para sua adesã0
Agradecemos pelo apoio de todos, reenviando este e-mail a seus contatos.
Um abraço!
Paulo
1) E-mail sobre a Bicicletada
Date: Sat, 11 Jun 2011 08:46:33 -0300
From: fclope@uol.com.br
Subject: BICICLETADA!
Prezados amigos
Fui procurado ontem pelo pessoal do Rodas da Paz, preocupados com um passeio ciclístico programado para acontecer amanhã, domingo, no Sudoeste. Eles perceberam que o evento está sendo patrocinado pela Antares, com o objetivo de promover a expansão. Ontem, também, um amigo me ligou para dizer que seu vizinho chegou em casa com um kit-passeio (com barra de cerais e tudo mais), pró- quadras 500, que haviam lhe dado na academia. Pretendem divulgar a expansão como algo ecológico, pró-bicicleta e natureza. Seu slogan é "Quadras 500 é legal".
Fomos convidados informalmente pelos organizadores a participar, levando nosso material - panfletos, camisetas.
Penso que é importante mostrar, nesse evento aberto à comunidade, nossa posição.
AMANHÃ, DOMINGO 12/06 , ÀS 9H, NO PARQUE DO BOSQUE, PRÓXIMO AO INMET.
Estão montando uma forte estrutura para esse evento, com previsão de música e lanche ao final. Será muito bom estarmos lá para informar a comunidade!
É importante participar. Quem quiser ir, entre em contato, para mais detalhes. Fernando - 99790856
2) BLOG DA APES (Associação Parque Ecológico das Sucupiras)
O verdadeiro Blog da Associação do Parque das Sucupiras é http://apesucupiras.blogspot.com/
Fiquem atentos, está sendo divulgado na net um outro blog que veicula informações erradas. Estratégia sub reptícia. Veja abaixo maiores esclarecimentos sobre o assunto, extraídos do blog da associação.
PELO CERRADO - CONTRA A EXPANSÃO DO SUDOESTE!
A Antares Engenharia pretende destruir a última reserva de cerrado na área central de Brasília, junto ao Eixo Monumental, para construir 22 prédios de 6 andares e seis prédios comerciais - a expansão do Sudoeste. A comunidade está contra.
O projeto desrespeita o Decreto Brasília Revisitada, de 1987, de Lúcio Costa (veja mapa). Notícias enganosas, em edição especial do Jornal da Comunidade e em outros órgãos da imprensa, afirmam que a expansão está autorizada. Não está. Continua em vigor a liminar da Vara do Meio Ambiente que proíbe a construção. Outras inverdades:
- “A quadra 500 está prevista como área residencial no planejamento de Lúcio Costa.” Errado. O decreto estabelece que NÃO se pode construir nessa área.
- “Projeto prevê quadra ecologicamente correta”. Ao contrário, a expansão traria sobrecarga às redes de esgoto e pluvial, entre outros danos: mais calor e impermeabilização do solo.
- “Impacto no tráfego da região é zero.” O trânsito em Brasília está ficando inviável. Uma das causas é a especulação imobiliária desenfreada. A expansão aumentaria em 10% a população do bairro, com mais de 4.000 carros.
3) ABAIXO-ASSINADO ONLINE CONTRA A EXPANSÃO
http://www.petitiononline.com/apes/petition.html
Mara Cristina Moscoso
maramoscoso@gmail.com
Fórum de ONGs Ambientalistas do DF
http://informe-ambiental.blogspot.com/
Realidade fundiária brasileira agora na internet
Texto retirado de: http://www.redenoticia.com.br/noticia/2011/realidade-fundiaria-brasileira-agora-na-internet/35109#comments
O acervo fundiário brasileiro, que contém plantas e informações sobre imóveis rurais em todo o País, está acessível a qualquer cidadão, pela internet. A possibilidade foi aberta nesta segunda-feira (16) pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), responsável por gerenciar o banco de dados. No acervo digital são encontradas informações produzidas pelo Incra sobre projetos de reforma agrária, imóveis rurais, glebas, territórios quilombolas e faixas de fronteira.
Parcerias com outras instituições também permitiram a visualização de áreas de proteção ambiental, sistema viário, hidrografia, limites políticos (estadual e municipal), terras indígenas, títulos minerários, mapeamento sistemático e imagens de satélite. Pelo portal do Incra na internet também é possível acessar o programa e baixar o tutorial de navegação.
O diretor de Ordenamento da Estrutura Fundiária do Incra, Richard Torsiano, destaca que além de conferir mais visibilidade e ampliar o conhecimento sobre o trabalho realizado pela autarquia, o novo instrumento traz benefícios em múltiplas instâncias. “Toda a sociedade ganha, desde o cidadão comum a órgãos de governo, instituições de ensino, entre outros, não somente pela possibilidade de conhecer melhor a malha fundiária brasileira, como utilizar os dados para planejar ações ou desenvolver pesquisas”, aponta.
As ferramentas presentes no sistema permitem ao usuário produzir, por exemplo, mapas personalizados, a partir do cruzamento dos conteúdos disponibilizados. O banco de dados também é dinâmico, ou seja, permanentemente atualizado, tanto pelo Incra como pelas instituições que “emprestam” parte dos seus acervos ao ambiente digital.
“A idéia é que a troca de informações seja cada vez maior para que não haja desperdício de investimentos de ambos os lados”, afirma a coordenadora geral de Geoprocessamento do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), Sandra Pedrosa. Ela cita, por exemplo, a possibilidade de checar se um assentamento tem interferência em área que o DNPM esteja liberando para determinada pesquisa.
Desenvolvimento
O sistema foi desenvolvido pela Diretoria de Ordenamento da Estrutura Fundiária do Incra, por meio da Coordenação Geral de Cartografia. Também fez parte do processo de implementação o serviço de Cartografia da Superintendência Regional do Incra no Maranhão. Para isso, a equipe utilizou o software livre i3Geo, voltado à criação de mapas interativos e disponibilizado pelo Ministério do Meio Ambiente.
Em um primeiro momento, em meados de 2009, o acesso foi disponibilizado a servidores do Incra e a órgãos governamentais, para que o sistema fosse aprimorado. A etapa permitiu, também, a incorporação de acervos de outras instituições.
A Coordenação Geral de Cartografia do Incra disponibiliza, no ambiente digital, um manual de utilização do aplicativo para que o usuário possa usufruir de todas as funcionalidades do sistema.
Saiba mais
Acervo Fundiário Digital
http://acervofundiario.incra.gov.br/i3geo
Portal do Incra
www.incra.gov.br
O acervo fundiário brasileiro, que contém plantas e informações sobre imóveis rurais em todo o País, está acessível a qualquer cidadão, pela internet. A possibilidade foi aberta nesta segunda-feira (16) pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), responsável por gerenciar o banco de dados. No acervo digital são encontradas informações produzidas pelo Incra sobre projetos de reforma agrária, imóveis rurais, glebas, territórios quilombolas e faixas de fronteira.
Parcerias com outras instituições também permitiram a visualização de áreas de proteção ambiental, sistema viário, hidrografia, limites políticos (estadual e municipal), terras indígenas, títulos minerários, mapeamento sistemático e imagens de satélite. Pelo portal do Incra na internet também é possível acessar o programa e baixar o tutorial de navegação.
O diretor de Ordenamento da Estrutura Fundiária do Incra, Richard Torsiano, destaca que além de conferir mais visibilidade e ampliar o conhecimento sobre o trabalho realizado pela autarquia, o novo instrumento traz benefícios em múltiplas instâncias. “Toda a sociedade ganha, desde o cidadão comum a órgãos de governo, instituições de ensino, entre outros, não somente pela possibilidade de conhecer melhor a malha fundiária brasileira, como utilizar os dados para planejar ações ou desenvolver pesquisas”, aponta.
As ferramentas presentes no sistema permitem ao usuário produzir, por exemplo, mapas personalizados, a partir do cruzamento dos conteúdos disponibilizados. O banco de dados também é dinâmico, ou seja, permanentemente atualizado, tanto pelo Incra como pelas instituições que “emprestam” parte dos seus acervos ao ambiente digital.
“A idéia é que a troca de informações seja cada vez maior para que não haja desperdício de investimentos de ambos os lados”, afirma a coordenadora geral de Geoprocessamento do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), Sandra Pedrosa. Ela cita, por exemplo, a possibilidade de checar se um assentamento tem interferência em área que o DNPM esteja liberando para determinada pesquisa.
Desenvolvimento
O sistema foi desenvolvido pela Diretoria de Ordenamento da Estrutura Fundiária do Incra, por meio da Coordenação Geral de Cartografia. Também fez parte do processo de implementação o serviço de Cartografia da Superintendência Regional do Incra no Maranhão. Para isso, a equipe utilizou o software livre i3Geo, voltado à criação de mapas interativos e disponibilizado pelo Ministério do Meio Ambiente.
Em um primeiro momento, em meados de 2009, o acesso foi disponibilizado a servidores do Incra e a órgãos governamentais, para que o sistema fosse aprimorado. A etapa permitiu, também, a incorporação de acervos de outras instituições.
A Coordenação Geral de Cartografia do Incra disponibiliza, no ambiente digital, um manual de utilização do aplicativo para que o usuário possa usufruir de todas as funcionalidades do sistema.
Saiba mais
Acervo Fundiário Digital
http://acervofundiario.incra.gov.br/i3geo
Portal do Incra
www.incra.gov.br
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Comitê Brasil em defesa das florestas e do desenvolvimento sustentável
Enviado por Camila Xisto (STA2) e Carlos Alberto Matos de Souza (STA3):
Alguns estudantes de Agroecologia estavam presentes numa reunião na OAB dia 07/06/11, Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável.
O Comitê é organizado por algumas entidades como a Via Campesina representada por João Paulo, Movimento SOS Florestas, CONIC(Conselho Nacional das Igrejas Cristãs), CNBB(Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), REJUMA (Rede da Juventude pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade), Marina Silva, Instituto Democracia e Sustentabilidade, FETRAF(Federação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura Familiar) representado pela Graça, GTA (Grupo de Trabalho Amazônico) que estava representado pelo Rubens Gomes, entre outros, juntamente com algumas pessoas interessadas da sociedade civil, para juntos informar o restante da sociedade que não esta a par do Novo Código Florestal, levando informação e fazendo o pedido da assinatura de cada pessoa envolvida e que está de acordo.
Contatos de algumas entidades:
http://www.rejuma.org.br/
http://www.gta.org.br/
http://www.observatoriodoredd.org.br/
E para quem quiser também conheci um Indígena chamado Aguinaldo Arruda que faz turismo com enfase em ambientes naturais, representando os estudantes indigenas do Mato Grosso do Sul, faz parte do Movimento Universitário Indígena do Mato Grosso do Sul: aguinaldo945@hotmail.com
Algumas atividades propostas pelo grupo:
-Audiência com a Dilma;
-Audiencia com alguns partidos do Senado;
-Promover debates
Lembrando do Convite que foi feito antes, para que voces possam entender melhor do que se trata o Comitê:
Convite
Lançamento do Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável
A partir de uma reunião realizada na semana passada na sede da OAB Nacional, reunindo CNBB, SOS Florestas, CONIC, Fórum de ex-Ministros de Meio Ambieinte decidimos nos unir no esforço de assegurar a manutenção de uma legislação florestal condizente com o desenvolvimento sustentável do Brasil.
Desta forma, convidamos instituições e cidadãos comprometidos com o futuro sustentável do País para o lançamento do Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável.
Lançamento do Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável
Data: Terça-feira, dia 7 de maio
Hora: 9h30
Local: Auditório Sede da OAB - SAS Quadra 5 - Lote 1 - Bloco M - Brasília - DF
Comissão Pró-Comitê em Defesa das Florestas (CNBB, CONIC, OAB, SOS Florestas, Via Campesina)
Alguns estudantes de Agroecologia estavam presentes numa reunião na OAB dia 07/06/11, Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável.
O Comitê é organizado por algumas entidades como a Via Campesina representada por João Paulo, Movimento SOS Florestas, CONIC(Conselho Nacional das Igrejas Cristãs), CNBB(Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), REJUMA (Rede da Juventude pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade), Marina Silva, Instituto Democracia e Sustentabilidade, FETRAF(Federação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura Familiar) representado pela Graça, GTA (Grupo de Trabalho Amazônico) que estava representado pelo Rubens Gomes, entre outros, juntamente com algumas pessoas interessadas da sociedade civil, para juntos informar o restante da sociedade que não esta a par do Novo Código Florestal, levando informação e fazendo o pedido da assinatura de cada pessoa envolvida e que está de acordo.
Contatos de algumas entidades:
http://www.rejuma.org.br/
http://www.gta.org.br/
http://www.observatoriodoredd.org.br/
E para quem quiser também conheci um Indígena chamado Aguinaldo Arruda que faz turismo com enfase em ambientes naturais, representando os estudantes indigenas do Mato Grosso do Sul, faz parte do Movimento Universitário Indígena do Mato Grosso do Sul: aguinaldo945@hotmail.com
Algumas atividades propostas pelo grupo:
-Audiência com a Dilma;
-Audiencia com alguns partidos do Senado;
-Promover debates
Lembrando do Convite que foi feito antes, para que voces possam entender melhor do que se trata o Comitê:
Convite
Lançamento do Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável
A partir de uma reunião realizada na semana passada na sede da OAB Nacional, reunindo CNBB, SOS Florestas, CONIC, Fórum de ex-Ministros de Meio Ambieinte decidimos nos unir no esforço de assegurar a manutenção de uma legislação florestal condizente com o desenvolvimento sustentável do Brasil.
Desta forma, convidamos instituições e cidadãos comprometidos com o futuro sustentável do País para o lançamento do Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável.
Lançamento do Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável
Data: Terça-feira, dia 7 de maio
Hora: 9h30
Local: Auditório Sede da OAB - SAS Quadra 5 - Lote 1 - Bloco M - Brasília - DF
Comissão Pró-Comitê em Defesa das Florestas (CNBB, CONIC, OAB, SOS Florestas, Via Campesina)
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